Celso Sabino cresce na disputa pelo Senado no Pará impulsionado por Lula e gestão no Turismo
BRASÍLIA – Ex-ministro do Turismo do governo Lula e candidato ao Senado pelo PDT no Pará, Celso Sabino vem consolidando sua candidatura e despontando como um dos nomes em ascensão na corrida eleitoral paraense. Dados da pesquisa AtlasIntel de agosto de 2026 indicam que o ex-ministro alcança 14,1% das intenções de voto, ocupando a quarta colocação — atrás de Helder Barbalho (MDB, 27,6%), Éder Mauro (PL, 21,2%) e Zequinha Marinho (Podemos, 16,8%), e à frente de Chicão (União Brasil, 12,1%).
O desempenho, avaliam analistas, é fruto de uma combinação de fatores: o capital político acumulado no comando do Ministério do Turismo e, sobretudo, o apoio explícito do presidente Lula, que gravou um vídeo convocando seus eleitores a votarem em Celso Sabino para o Senado.
O peso do apoio de Lula no interior
O respaldo do presidente é apontado como a principal alavanca do crescimento de Sabino, especialmente no interior do Pará, onde a aceitação de Lula é historicamente alta. A campanha do ex-ministro tem explorado intensamente a imagem de proximidade com o chefe do Executivo federal, apostando que a transferência de votos do petista beneficiará diretamente o candidato do PDT nos municípios do interior, onde a disputa costuma ser decidida.
A articulação de Lula em favor de Sabino ocorre em um cenário de alianças complexas no estado, no qual o presidente busca fortalecer uma base aliada que dialogue com a agenda federal na região.
Legado do Turismo como trunfo de campanha
Além do apoio presidencial, a campanha de Celso Sabino vem crescendo ancorada na avaliação positiva de seu trabalho à frente do Ministério do Turismo. Entre os feitos destacados pela equipe de campanha:
Disputa ainda aberta
Apesar do avanço, a corrida pelo Senado no Pará segue indefinida, com Helder Barbalho mantendo liderança isolada nas pesquisas. Mesmo assim, a equipe de Celso Sabino avalia que a trajetória ascendente, somada ao fator Lula no interior, pode garantir ao ex-ministro uma posição de destaque no segundo turno ou até mesmo a conquista de uma das vagas em disputa, em um pleito que promete ser decidido voto a voto nos próximos meses de campanha.
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