
A descoberta do corpo do jovem Max de Oliveira Xavier, encontrado nas proximidades do rio Terê, na comunidade de Rio Terê, no meio rural do município de Limoeiro do Ajuru-PA, gerou preocupação e medo entre os moradores. O incidente ocorreu no último domingo, 15 de dezembro de 2024, e ainda levanta muitas perguntas sobre as circunstâncias que levaram à morte do jovem.
Segundo relatos de moradores, Max havia desaparecido no dia 13 de dezembro. Após buscas intensivas pela região, foi encontrada a embarcação do tipo rabeta que ele utilizava. No entanto, foi apenas na madrugada de domingo que seu corpo foi localizado. Informações extraoficiais indicam que o corpo apresentava escoriações significativas na cabeça, pescoço e costas, além de duas perfurações acima dos olhos. A situação tornou-se ainda mais alarmante ao se constatar que sua boca estava coberta por fitas e que havia panos, semelhantes a ataduras, dentro dela.
Essas marcas e escoriações levantam sérias questões sobre as circunstâncias de sua morte, o que caracteriza uma verdadeira tragédia para a comunidade local. O corpo de Max foi sepultado em São Sebastião da Boa Vista, na região do Marajó, sem que exames fossem realizados para verificar a natureza das agressões que poderia ter sofrido.
Após a identificação do corpo, familiares de Max se dirigiram à delegacia de polícia civil de Limoeiro do Ajuru para registrar um boletim de ocorrência, dando início aos procedimentos legais necessários. A comunidade espera agora por respostas sobre o que aconteceu com o jovem e apela por justiça.